Nós pensamos que este tema é bastante importante e pode ter consequências muito graves, no entanto não é muito abordado na sociedade, pois, na nossa opinião as pessoas não o conhecem, mas também, na maioria dos casos não querem conhecer. As pessoas não têm consciência da descida do pH dos oceanos, devido a que, no dia-a-dia, existe falta de informação sobre este tema.
As pessoas também não têm consciência de que a descida do pH dos oceanos é exclusivamente culpa do ser humano, porque este lança imensos gases que contribuem para o efeito de estufa para a atmosfera e esta é a principal causa da descida do pH dos oceanos (o efeito de estufa), tornando assim a água mais ácida, e como consequente existe a morte de seres vivos que lá habitam. Também alguns seres vivos que apresentam conchas calcárias são afectados pela descida do pH dos oceanos.
Por isso pensamos que, se as pessoas tivessem consciência destes factores poderiam ajudar a que o pH dos oceanos voltasse ao seu nível normal emitindo menos gases que contribuem para o efeito de estufa para a atmosfera e assim iriam ajudar imensas espécies de seres vivos, pois não causavam a sua morte.
Juliana Vale nº14; 8ºF
Filipa Gomes nº9; 8ºF
quinta-feira, 5 de março de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
o pH dos Oceanos
A queda no nível de pH dos oceanos é um reflexo do aumento do dióxido de carbono na atmosfera, que contribui para o efeito estufa. Os oceanos podem absorver o carbono através da reacção do dióxido de carbono (CO2) com a água, que forma ácido (H2CO3). Quando esse novo ácido se dissocia, iões de hidrogénio são libertados, diminuindo o pH da água, ou seja, tornando-a mais ácida. "Assim, o CO2 pode reagir com a água de chuva ou entrar directamente no oceano, pela difusão através da interface atmosfera-água" explica Kátia Naomi Kuroshima, do Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar (CTTMar) da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).
Medidas contínuas da concentração de carbono na atmosfera foram iniciadas em 1958, nos observatórios de Mauna Loa (no Havaí) e no Pólo Sul. "Os resultados dessas medidas indicam um aumento da concentração, a uma velocidade média de 1,5 ppm (partes por milhão) por ano", diz Rosane G. Ito, do Instituto Oceanográfico da USP. Esse aumento é provocado pela queima de combustíveis fósseis, indústria de cimento e o desmatamento de florestas. Por ano, 7,1 bilhões de toneladas de carbono são emitidas para a atmosfera. "Cerca da metade desse valor permanece na atmosfera e o restante é removido pela combinação de processos naturais, dentre os quais se encontra, principalmente, o oceano e a biosfera terrestre" afirma Ito. O oceano absorve cerca de dois bilhões de toneladas de carbono por ano e a biosfera terrestre, cerca de 1,8 bilhões de toneladas.
"Uma consequência da diminuição do pH dos oceanos, está directamente relacionada à preservação dos recifes de corais, formado basicamente por carbonato de cálcio (CaCO3). Outros organismos que podem sofrer com este aumento são os organismos que apresentam as conchas calcáreas. O carbonato de cálcio tende a se dissolver com o aumento da concentração de CO2 na água do mar", explica Kuroshima.
Medidas contínuas da concentração de carbono na atmosfera foram iniciadas em 1958, nos observatórios de Mauna Loa (no Havaí) e no Pólo Sul. "Os resultados dessas medidas indicam um aumento da concentração, a uma velocidade média de 1,5 ppm (partes por milhão) por ano", diz Rosane G. Ito, do Instituto Oceanográfico da USP. Esse aumento é provocado pela queima de combustíveis fósseis, indústria de cimento e o desmatamento de florestas. Por ano, 7,1 bilhões de toneladas de carbono são emitidas para a atmosfera. "Cerca da metade desse valor permanece na atmosfera e o restante é removido pela combinação de processos naturais, dentre os quais se encontra, principalmente, o oceano e a biosfera terrestre" afirma Ito. O oceano absorve cerca de dois bilhões de toneladas de carbono por ano e a biosfera terrestre, cerca de 1,8 bilhões de toneladas.
"Uma consequência da diminuição do pH dos oceanos, está directamente relacionada à preservação dos recifes de corais, formado basicamente por carbonato de cálcio (CaCO3). Outros organismos que podem sofrer com este aumento são os organismos que apresentam as conchas calcáreas. O carbonato de cálcio tende a se dissolver com o aumento da concentração de CO2 na água do mar", explica Kuroshima.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Reacções Acido-base no dia-a-dia
Õlá a todos
Estão convidados a publicar e comentar artigos sobre reacções químicas e/ou reacções ácido base.
Alice
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